" RETROCESSO"
Estou de acordo com o autor do texto " O BERRO", preocupado com a notícia que a OAB está se mobilizado para caçar o Lula. E temos que conviver com isto... Já pensou... Em vez da OAB está preocupada com as nossas prerrogativas, está se armando para dar um golpe na democracia. Eu acredito no aprendizado do brasileiro, eles estão paulatinamente, mostrando isto nas urnas.
Não se pode coibir o processo, tentando um golpe, o atingido jamais será o LULA, a população e o processo da democracia é quem serão golpeados de morte.
Precisa-se amadurecer neste país, e olhar em direção do horizonte.
A escolha por Lula foi um sinal de basta, o brasileiro está cheio destas autoridades que só pensam em si mesmo, só olham para o próprio umbigo...
Escrito por Mariayda às 15h06
[]
[envie esta mensagem]
III – Associações tentam pôr fim às distorções
Os baixos salários e a falta de perspectiva para soldados, cabos e sargentos das Forças Armadas criaram nos quartéis a figura do militar lider dos problemas coletivos. O clima de insatisfação é tão grande que "os praças", como são conhecidos os militares destas graduações, estão organizados em associações recreativas ou de nome genérico que atuam como entidade de classe. A mais representativa delas é a Associação de Praças do Exército Brasileiro (Apeb). Com sede em Brasília, funciona como o centro de reclamações trabalhistas, tem cerca de 1 mil sócios, representações em sete capitais e em cidades do interior. ANPRAFA com sede em Fortaleza
Os advogados da instituição colecionam denúncias de maus-tratos e irregularidades administrativas praticadas pelos oficiais. As queixas são feitas até por recrutas, jovens de 19 anos obrigados por lei a prestar o serviço militar, mas que atualmente são admitidos como voluntários em razão do excesso de candidatos.
Além dos baixos salários, a reclamação mais comum entre os soldados engajados é o excesso de jornada de treinamentos. Com salário de R$ 600 mensais, o soldado profissional das Forças Armadas não tem perspectiva na vida militar. Por lei, ele só pode permanecer na carreira por sete anos. Depois deste prazo, é dispensado e deixa o trabalho sem qualquer indenização. Se estivesse trabalhando em uma empresa, por exemplo, receberia o FGTS. A cada mês, o soldado que hoje está combatendo traficantes nos morros cariocas constata que ganha um quinto do colega da mesma patente que atua na PM.
Além do soldado, engrossa o caldo do descontentamento nos quartéis os cabos que recebem cerca de R$ 1 mil mensais, se tiverem mais de cinco anos na função. O caso mais grave é dos sargentos. Responsáveis pela execução direta das ordens dos superiores durante os treinamentos diários dos recrutas e nas operações especiais, eles só conseguem ganhar um salário de R$ 2 mil mensais quando estão com 25 anos de serviço.
(Transcrito do jornal "Estado de Minas" - edição de 12 Mar 2006)
Escrito por Mariayda às 14h56
[]
[envie esta mensagem]
[ ver mensagens anteriores ]
|