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" A T E N Ç Ã O"
Me parece que o assunto irritou muito os operadores do direito, tanto que imediatamente surgiram matérias de todos os lados.
Entendo,como conforme última manifestação desta notícia, aqui catalogada, as ações de indenização, até mesmo contra os órgãos que estão banalizando o objeto da ação, que de uma forma indireta estão insentivando o tratamento ostil contra os praças na organização militar, também após uma análise bastante cautelosa, poderá ser cabível...
Zito (Consultor - - ) 01/08/2006 - 23:24
Errada essa decisão. Todos devem se respeitar um ao outro e não uma Autoridade praticar o que bem quer. Chega de corporativismo. Sabiam praticar a justiça.
zulu (Trabalhista - - ) 31/07/2006 - 15:45
É por esta e outras que estou, depois de mais de 30 anos de atividade, pensando em deixar a advocacia. ABSURRRRRRRRDO!!!!!! CHAMAR UM ADVOGADO DE "GURI DE BOSTA" e outras cositas elogiosas e os excelentíssimos colegas entenderem que não houve dolo. E o Estado, ou seja, o povão é quem paga o pato. a.l.fontela
Resta, pois análise da responsabilidade civil do estado [sic].
O art. 37, § 6º, da Constituição Federal, adota a teoria do risco administrativo, ou seja, uma responsabilidade pelos danos causados pela atividade administrativa de forma objetiva mitigada, vez que pode ser afastada ou diminuída pela culpa exclusiva da vítima.
O art. 133, inciso I e II, do Código de Processo Civil não exclui a responsabilidade estatal, mas a pessoal do juiz, o qual é o Estado administrativo a justiça, podendo o serviço jurisdicional ser equiparado ao serviço público, numa relação de gênero e espécie.
Não houve culpa exclusiva da parte do autor, eis que as testemunhas ouvidas no processo, em especial .... disse tivesse ele proferido palavra ofensiva a todos os SARGENTOS da gloriosa Marinha do Brasil, e configura em tese o crime de injuria coletiva, e cabe a cada um dos Sargentos desta respeitada corporação a acionar a justiça seja por representação ou por ação de danos.
Escrito por Mariayda às 15h54
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" A T E N Ç Ã O"
No dia 01.09.2005, no abastecimento na lancha Mucuripe da Marinha do Brasil, em Fortaleza, houve um episódio que vale aqui ressaltar: Um Comandante ao procurar um Marinheiro e não o encontrando, foi tomar satisfações com o Sargento, este afirmou ter liberado o Marinheiro para ir num setor da própria Marinha. Durante o abastecimento, o Oficial fumando e andando de um lado para o outro, deu ordem ao Sargento, que era mandar o Marinheiro retornar e o Sargento para não abandonar o local de trabalho, vendo que o oficial estava fumando durante o abastecimento, colacando em risco a vida dos tripulantes e o patrimônio da União, disse, o sargento que não iria sair, e o oficial disse: “ SARGENTO NA MARINHA NÃO MANDA EM PORRA NENHUMA!”
Passado algum tempo, a esposa do Sargento (até então nenhum procedimento administrativo pela administração casernista foi inciciado) irresignada com o absurdo, apresentou um requerimento de representação por abuso de autoridade em face ao Oficial, junto a Procuradoria da República no Ceará, esta encaminhou para Procuradoria da justiça Militar, ENTENDENDO HAVER CRIME MILITAR A SER INVESTIGADO, e em relação ao crime de abuso de autoridade está em tramite um Inquérito na Policia federal.
O mais impressionante está sendo a interpretação que o STM está dando ao episódio, leiam, e confiram, acesse o Superior Tribunal Militar, cliquem em processo/ acomapanhamento processual/ nome da parte: ronaldo da cunha teles/ cliquem na informação IPM que está em fase de Recurso criminal, já decidido pelo arquivamento no STM/cliquem em “inteiro teor”.
Escrito por Mariayda às 15h21
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Recebi por e-mail de Dr. Aydmar (Cotia-SP), gostei e publico.
O VÔO DO RATO
Um jovem piloto experimentava um monomotor muito frágil, uma daquelas sucatas usadas no tempo da Segunda Guerra, mas que ainda tinha condições de voar...
Ao levantar vôo, ouviu um ruído vindo debaixo de seu assento. Era um rato que roia uma das mangueiras que dava sustentação para o avião permanecer nas alturas.
Preocupado, pensou em retornar ao aeroporto para se livrar de seu incômodo e perigoso passageiro, mas lembrou-se de que devido à altura o rato logo morreria sufocado. Então voou cada vez mais e mais alto e notou que acabaram os ruídos que estavam colocando em risco sua viagem, conseguindo assim fazer uma arrojada aventura ao redor do mundo que era seu grande sonho...
MORAL DA HISTÓRIA
Se alguém lhe ameaçar, VOE CADA VEZ MAIS ALTO...
Se alguém lhe criticar, VOE CADA VEZ MAIS ALTO...
Se alguém tentar lhe destruir por inveja e fofocas;
se alguém lhe cometer alguma injustiça, VOE CADA VEZ MAIS ALTO...
Sabe por quê?
Os ameaçadores, críticos, invejosos e injustos são iguais aos "ratos": não resistem às grandes alturas.
Escrito por Mariayda às 15h18
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