| |
RECEBI DO dR, Dr. Marco Sobreira, AS SEGUINTES REFLEXÕES, GOSTEI MUITO E PUBLICO PARA COMPARTILHAR: "PARA REFLEXÃO
O homem é um animal, que geneticamente se aproxima de todos os outros, o que nos separa é a inteligência, a capacidade de raciocínio e a capacidade de conviver numa sociedade complexa, após milênios de evolução. Entretanto alguns instintos primitivos nos acompanham e em determinadas situações eles se afloram e a diferença com os outros animais praticamente desaparece. Algumas travas nos controlam e a meu ver, três são as principais. A religião, a família e a justiça. Na formação religiosa aprendemos que a vida é uma dádiva de Deus, e que só Ele pode nos tirar. Aprendemos a amar o próximo, a misericórdia, o perdão e a promessa de uma vida eterna após nossa passagem por essa terra. Na família, aprendemos o amor aos pais e irmãos, aos parentes, aprendemos a cumplicidade e o respeito de uns com os outros. Aprendemos a amar as diferenças e sonhamos construir outra família, baseada nos princípios adquiridos. Quanto à Justiça, temos medo dos rigores e das penalidades impostas, a perda patrimonial e da liberdade. Deveria ser assim, mas infelizmente o que vemos no Brasil de hoje, é a quebra destes freios, destas travas, destes pilares que deveriam sustentar uma sociedade justa e fraterna. Vejamos: Estamos nos afastando da religião por motivos que não me cabe discutir agora, são diversos, desde a incapacidade da Igreja Católica evoluir para acompanhar os novos tempos até a manipulação de pessoas humildes por algumas Igrejas Evangélicas, onde pastores aproveitam a boa fé dos fiéis para enriquecimento pessoal, etc,,, mas a verdade é que estamos nos distanciando e com isso perdemos o aprendizado principal que é o amor à vida. A família, infelizmente está se esfacelando, pais já não têm tempo para se dedicarem aos filhos, que são praticamente criados pelos professores e babás. "
Escrito por Mariayda às 14h03
[]
[envie esta mensagem]
" IMPORTANTE"
|
A porta da discórdia Por Celso Carmelo Gomes de Moraes, advogado em Santa Maria (RS) A porta giratória com detector de metais instalada no Foro de Santa Maria, pelos sentimentos que desperta, vem sendo chamada de “porta da discórdia”. Os advogados, por seu labor diário ali, foram os primeiros a sofrer os seus efeitos. A instalação desse dispositivo não é ato isolado na escalada de medidas restritivas à atuação dos advogados. De simples dificuldades no atendimento de balcão, passando pela - às vezes mal disfarçada - má-vontade de servidores, pela resistência de alguns magistrados (a minoria é verdade), ao diálogo mínimo, o profissional do Direito vê-se às voltas com um sem número de embaraços no seu dia-a-dia.
Quem perde com isso? Num primeiro momento, é claro, o advogado. Depois, o cidadão – esse que, ao fim e ao cabo, é quem sempre paga a conta -, por que as prerrogativas concedidas aos advogados estão a serviço do cidadão. Ou alguém imagina a possibilidade de ter seus direitos defendidos em Juízo por um profissional subordinado, atemorizado e dependente?! Se imaginam os que cultuam o embaraço e a discriminação temperada pelo desprezo como medidas necessárias à deferência que eventualmente são merecedores, saibam que respeito é coisa distinta, envolve, para começo de assunto, dignidade e reciprocidade. A lhaneza no trato, necessária aos que por força de suas ocupações são forçados ao convívio, não se coaduna com a discriminação, o autoritarismo ou qualquer outra manifestação de prepotência.
Apelar para o velho e neurótico discurso da segurança como justificativa é apequenar a dimensão do problema. Até porque, nos últimos cinqüenta anos não se tem conhecimento de nenhum incidente nas dependências do foro que justifique a adoção dessas medidas. O Palácio do Judiciário em Santa Maria começou sendo cercado por grades de gosto e necessidade duvidosas. A seguir, a porta detectora de metais. O que mais nos aguarda? Essa arquitetura parece revelar uma perigosa concepção acerca de como esse Poder passará a ser exercido.
Destinado a servir o povo, parece temê-lo e, por conta disso, vai se cercando de um aparato de segurança. O povo e quem o representar, por essa ótica, passará a ser visto e tratado como intruso. Urge a recuperação do respeito devido a certos valores republicanos, a começar pela regra de ouro que dá início à Constituição: todo poder emana do povo. Na seqüência, a cidadania e a dignidade da pessoa humana. Quando um Poder desconsidera em seu exercício o povo, que nos regimes democráticos é que lhe delega essa condição, nuvens negras começam a se formar sobre nossas cabeças prenunciando temporal.
|
Escrito por Mariayda às 11h56
[]
[envie esta mensagem]
"vale a pena saber..."
Revista Consultor Jurídico - O Estado de S. Paulo
Dever de vigilância - Quem paga Zona Azul tem direito à segurança do carro
"Optando o Poder Público pela cobrança de remuneração de estacionamentos em vias públicas de uso comum do povo, tem o dever de vigiá-los, com responsabilidade pelos danos ali ocorridos".
Assim, a empresa Soil Serviços Técnicos e Consultoria de Santa Catarina, foi condenada a pagar indenização no valor de R$ 8,5 mil ao motorista Acácio Irineu Klemke, que teve o carro furtado quando ocupava uma das vagas do sistema de Zona Azul da cidade de Joinville - SC, serviço explorado pela empresa.
A decisão é da 1ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina confirmando sentença da comarca de Joinville.
Agora já existe jurisprudência!
Escrito por Mariayda às 11h52
[]
[envie esta mensagem]
Os fogos anunciam a chegada de um novo ano! chegou a hora de refazer os sonhos ainda não realizados, acreditando que iremos concretizá-los. Devemos lançar um olhar e um gesto solidário para os amigos e companheiros de trabalho, contribuindo para o seu sucesso. Aprender com os erros do ano que passou e brindar o ano bem-vindo com um sorriso, acreditando que 2007 será um ano de muitas realizações e bons resultados. Desejo um ano repleto de luz, amor, saúde e prosperidade.
F e l i z 2007!!!

Escrito por Mariayda às 11h52
[]
[envie esta mensagem]
[ ver mensagens anteriores ]
|