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A MATÉRIA FOI PUBLICADA EM 2000, LEIAM
http://www.avicom.com.br/aNoticias/2000/012/notic210.htm
Escrito por Mariayda às 07h21
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Apagão aéreo: exija respeito e o fim da crise!
IDEC 04.04.2007
O chamado apagão aéreo dos últimos meses, que chocou toda a população brasileira, é o estado agudo da situação enfrentada pelos consumidores. As conclusões de auditoria realizada em novembro de 2006 pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no Ministério da Defesa, Comando da Aeronáutica, Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero) e Agência Nacional de Aviação (Anac) comprovam o patente e longo descaso do Poder Executivo com a coordenação, manutenção e ampliação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB).
Do outro lado, as companhias aéreas, em reuniões realizadas com órgão de defesa do consumidor, se isentaram de qualquer responsabilidade quanto a prestar informações adequadas e com antecedência aos consumidores, nos casos de atrasos e cancelamentos os vôos, e se recusam a reembolsar os passageiros que reclamam de despesas geradas pelos atrasos. Ainda assim, cobram do governo R$ 100 milhões de indenização pelos prejuízos sofridos.
Diante disso, o Idec lança a segunda fase dessa campanha, pois acredita que chegou o momento de se exigir a solução definitiva dos problemas dos consumidores nessa crise aérea.
Participe enviando uma carta às autoridades exigindo providências. Faça valer seus direitos
Escrito por Mariayda às 15h45
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http://www.mariaydaadvogados.com.br/
MUITO EM BREVE, AGUARDEM...
Escrito por Mariayda às 16h03
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ESTE BLOG ESTÁ COM OS DIAS CONTADOS,
VAMOS DAR UM PASSO EM
DIREÇÃO A UMA PÁGINA. AGUARDEM....
ESTA SEMANA AINDA ... 5,4,3.....
Escrito por Mariayda às 12h25
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Claudia Martins e Maria Aldenir trabalhavam como domésticas na residência do Dr. Antonio Olímpio Castelo Branco (Desembargador do TJ-CE aposentado, atuando na turma de conciliação). Narra que foram cruelmente, mau tratada com palavras e gesto durante o período que laborou na residência do Desembargador Aposentado, período em cuidavam de sua esposa, razão que deu causa a ação trabalhista em 15.03.2007, com fundamento em danos morais, Proc. Nº 0429/2007, na 1ª Vara do Trabalho de Fortaleza. Dra. Mariayda Pereira Faria, acompanhem...
MARIA NILZA FERNANDES PAIVA, Ajuizou pedido de indenização por danos materiais e morais em 12.09.2003, em distribuição de feitos tornou competente a 2ª Vara da Fazenda Pública para apreciação da demanda. Assevera a Autora que sofreu e ainda sofre grandes prejuízos em decorrência da arbitrariedade do Juízo em Quixeramobim (CE), afirma ter sido obrigada pela autoridade judiciária para fazer acordo que não deseja e nem desejava à ocasião. Proc. nº 2002.02.41729-8; em face do ESTADO DO CEARÁ. Dra. Mariayda Pereira Faria
SENHORES, A GREVE DOS CONTROLADORES DE VÔO, ESTÁ MUITO CLARO QUE É TOTALMENTE DIFERENTE DAS QUE TEMOS VISTO NESTE PAÍS, TRATA-SE DE UMA GREVE QUE PRETENDE GARANTIR A SEGURANÇA DOS CIDADÃOS BRASILEIROS, A QUESTÃO DA HIERARQUIA E SALÁRIO ESTÁ SUBJACENTE. PARABÉNS PARA OS SARGENTOS.
PRECISAMOS REFLETIR!
Escrito por Mariayda às 12h21
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>Subject: "Aprendemos que podemos parar o país", diz sargento INFORMATIVO - >ASSOCIAÇÃO BANCADA MILITAR >Date: Sat, 31 Mar 2007 16:18:00 -0300 > www.BANCADAMILITAR.org >"Aprendemos que podemos parar o país", diz sargento >Fonte: AGÊNCIA ESTADO
Bastaram cinco horas de caos nos aeroportos para que o governo se rendesse à
força dos controladores e negociasse um acordo para pôr fim à greve. "Aprendemos que podemos parar o país e exigimos ser ouvidos. Chega de arbitrariedade e desrespeito", disse um dos sargentos que liderou o movimento. O governo iniciou as negociações de forma dura, anunciando a possível prisão de 18 controladores e punições para os líderes da rebelião. A resposta foi o maior episódio de motim no setor, com quebra aberta de hierarquia. >A rebelião dos controladores começou na troca de turno, no final da manhã e se estendeu até a madrugada. O momento de maior tensão foi quando o comandante do Cindacta-1, brigadeiro Carlos Aquino, convocou os quatro controladores mais antigos para dar a eles voz de prisão, no início da tarde. Nesse instante, um segundo sargento levantou a voz e deu início ao motim, anunciando que se ele fosse prender alguém, teria que prender a todos. Era o momento de troca de turno e o pessoal da manhã declarou-se aquartelado e em greve de fome. O pessoal da tarde aderiu ao movimento, que aos poucos espalhou-se por todo o País, afetando mais de 40 aeroportos. Pelo menos 120 dos 200 controladores em ação em Brasília cruzaram os braços. O que ocorreu a seguir foi o retrato do caos nos aeroportos. Estabeleceu-se que não seriam mais autorizadas decolagens e que só os aviões em vôo seriam monitorados até a aterrissagem. No início da noite, os aeroportos pararam. Enquanto a negociação seguia, controladores de folga e os da reserva técnica foram colocados de prontidão, tanto pelo governo, como pelo comando de greve, a fim de restabelecer a normalidade assim que se chegasse ao acordo. Diante das notícias de prisões e retaliações aos grevistas, mulheres e familiares dos controladores amotinados se aglomeraram em frente ao portão do Cindacta, rezaram de mãos dadas e fizeram manifestações de apoio ao movimento. "Nossos maridos vivem em stress constante, em permanente clima de terror, usando equipamentos sucateados e em total desrespeito. Eles perderam a esperança e vão até o fim até serem reconhecidos. Estamos aqui para apóia-los", disse uma líder da manifestação, Lúcia da Silva. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Controladores de Tráfego Aéreo, Wellington Rodrigues, para que militares se rebelassem dessa forma, a ponto de quebrar a o princípio "sagrado" da hierarquia, algo de muito ruim estava acontecendo. "Foi um ato extremo, de desespero, ante a total desconfiança na autoridade", resumiu Wellington Rodrigues. Ele disse que o ministro da Defesa, Waldir Pires, é bem intencionado, mas foi solenemente ignorado e desprestigiado pelo governo.
Após a assinatura da minuta do acordo, pouco depois da meia noite de sexta-feira, os controladores se comprometeram a restabelecer a normalidade nos aeroportos a partir da manhã de ontem. "Depois de um dia tenso, com ameaças e arbitrariedades, o governo acabou recuando", disse o advogado Normando Augusto Cavalcante Júnior, na saída da reunião de emergência entre representantes da categoria e o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. > > Este e-mail foi enviado de acordo com o "Guia de Boas > Maneiras" para e-mail marketing da > ABEMD - Associação Brasileira de > Marketing Direto.
Escrito por Mariayda às 12h18
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